Há cerca de meia hora um carro capotou na Higienópolis.
Assim que vi liguei para a polícia e para o 193.
Esperei pelo atendimento deles.
Alguns minutos depois, umas 5, das 20 pessoas que observavam o carro, tentavam virá-lo sem nenhum direcionamento profissional.
Fiquei desesperada, liguei de novo para a polícia.
Cerca de 8 minutos depois 5 carros do Siate estavam no local.
Nada da polícia.
Com mais calma fui observando o que ocorreu.
O carro derrubou um poste que ficava sobre uma ilha da avenida e capotou.
O Siate, 20 minutos depois, ainda não conseguiu agir.
Ainda não sei o que o carro esmagado guarda.
***
Sensação estranha.
Impotência.
Fico preocupada.
Agora conseguiram virar o veículo.
Há mais de meia hora no local e nada foi feito com os passageiros.
Pela lógica, eles não têm mais esperança.
É tudo muito confuso: chuva, carros de emergência, da Copel.
Sou uma espectadora nervosa disso tudo.
Tirei fotos de longe do carro.
Baixei no meu computador.
Na tela parece mais claro o que está acontecendo. A olho nu o nervosismo nubla os olhos.
Usei a ferramenta de zoom para ver o carro.
Preferia não ter visto aquela imagem.
***
Conclusão: o carro de placas BGR9246, se não me falha a memória, está sendo rebocado.
Segundo informações de alguns observadores dois passageiros deixaram o veículo na hora do acidente. O terceiro, preso às ferragens, foi retirado consciente pelo Siate.
***
Eita carnaval animado, meu deus.
Archive for February of 2007
Carnaval e chuva
February 20, 2007Para saber o que é a internet e como ela está mundando tudo:
February 18, 2007sobre uma entre muitas mortes
February 15, 2007
sugiro uma brincadeira.
contem quantos caras pobres e negros aparecem como algozes.
e depois contem quantos brancos e ricos comentam as atrocidades bem vestidos nos telejornais, no supremo e no congresso.
pois eu contei.
o que quero dizer com isso é que a crueldade praticada por um ou três indivíduos tem um lastro multisecular.
se justifica um ato absurdo?
claro que não!
mas ajuda a explicar.
contem quantos caras pobres e negros aparecem como algozes.
e depois contem quantos brancos e ricos comentam as atrocidades bem vestidos nos telejornais, no supremo e no congresso.
pois eu contei.
o que quero dizer com isso é que a crueldade praticada por um ou três indivíduos tem um lastro multisecular.
se justifica um ato absurdo?
claro que não!
mas ajuda a explicar.
Influxo de inconsciência
February 03, 2007
Os homens que trabalham têm cheiro forte e azedo.
Quando eu escrevo com caneta preta lembro dos textos poéticos da Ísis escritos com letras miúdas.
Então lembro da primeira vez que entrei na igreja da candelária ao lado dela e da Carol Pasquali.
Fiquei indignada, não lembro bem ao certo, mas acho que era uma reação marxista (credo!) àquele lugar católico.
A Folha de São Paulo da outra sexta informa: “déficit da previdência é política social, diz Lula”. Aí eu lembro que a previdência privada é lucrativa nem por isso deixa de beneficiar os contribuintes.
Mas o que mais me impressiona são as estrelinhas no topo do jornal: vermelha, ciano e preta.
Hum, será que o jornal é feito de papel reciclado?
Ah, enquanto isso eu espero as 5 cópias da minha dissertação gigante ficarem prontas.
[Queria ter escrito em fluxo de consciência, mas as regras da escrita sempre brecam.]
Vontade de fazer um filme de vanguarda como aqueles que exibimos no Valentino. Tão lindos e corajosos.
A menina pesquisando no computador aqui na frente deixou o cofrinho branquelo aparecer totalmente. Eu sempre acho que este tipo de exposição é proposital.
O cara do xérox está colocando a espiral nas cópias.
Frio na barriga.
Mestrado traumatiza, não sei bem porquê.
Mais confuso que este texto só o novo tipos que continua velho sempre (pelo menos até agora).
No meio da semana as pessoas ensandeceram.
Qual é mesmo o nome deste blog?
Ai, quero entregar estas cópias logo.
A UEL está deserta.
O céu é sempre lindo, mesmo quando está feio.
Ganhei um lápis verde do cara do xérox. A calma dele me fez bem.
Há tanta gente que é fácil de gostar.
Os sentimentos são quase sempre sábios.
Quando são estúpidos a velocidade com que fazem que as coisas se estraguem é impressionante.
Fim de papo.
Quando eu escrevo com caneta preta lembro dos textos poéticos da Ísis escritos com letras miúdas.
Então lembro da primeira vez que entrei na igreja da candelária ao lado dela e da Carol Pasquali.
Fiquei indignada, não lembro bem ao certo, mas acho que era uma reação marxista (credo!) àquele lugar católico.
A Folha de São Paulo da outra sexta informa: “déficit da previdência é política social, diz Lula”. Aí eu lembro que a previdência privada é lucrativa nem por isso deixa de beneficiar os contribuintes.
Mas o que mais me impressiona são as estrelinhas no topo do jornal: vermelha, ciano e preta.
Hum, será que o jornal é feito de papel reciclado?
Ah, enquanto isso eu espero as 5 cópias da minha dissertação gigante ficarem prontas.
[Queria ter escrito em fluxo de consciência, mas as regras da escrita sempre brecam.]
Vontade de fazer um filme de vanguarda como aqueles que exibimos no Valentino. Tão lindos e corajosos.
A menina pesquisando no computador aqui na frente deixou o cofrinho branquelo aparecer totalmente. Eu sempre acho que este tipo de exposição é proposital.
O cara do xérox está colocando a espiral nas cópias.
Frio na barriga.
Mestrado traumatiza, não sei bem porquê.
Mais confuso que este texto só o novo tipos que continua velho sempre (pelo menos até agora).
No meio da semana as pessoas ensandeceram.
Qual é mesmo o nome deste blog?
Ai, quero entregar estas cópias logo.
A UEL está deserta.
O céu é sempre lindo, mesmo quando está feio.
Ganhei um lápis verde do cara do xérox. A calma dele me fez bem.
Há tanta gente que é fácil de gostar.
Os sentimentos são quase sempre sábios.
Quando são estúpidos a velocidade com que fazem que as coisas se estraguem é impressionante.
Fim de papo.