A obra mais tocante do Luís Fernando é se referir sempre ao esplêndido Érico como “o pai”. A árvore genealógica dos Veríssimo fixa assim, na sutileza da linguagem, o imperativo da efetividade.
Desconheço tratamento mais revelador de proximidade e respeito do que aquele de um homem de cabelos brancos: “o pai gostava muito de divertir os netos, de escrever sozinho outros mundos que eram sempre este; e este, aqueles”.
E gostei do seu blogue,Gabriela,
Feliz 2006,e um beijo,
M.M