A COR ILEGAL

Da genealogia dos Veríssimo



A obra mais tocante do Luís Fernando é se referir sempre ao esplêndido Érico como “o pai”. A árvore genealógica dos Veríssimo fixa assim, na sutileza da linguagem, o imperativo da efetividade.

Desconheço tratamento mais revelador de proximidade e respeito do que aquele de um homem de cabelos brancos: “o pai gostava muito de divertir os netos, de escrever sozinho outros mundos que eram sempre este; e este, aqueles”.

Publicado em 26 de dezembro de 2005 às 01:19 por gabi

Comentários

    • Não sei o que atrapalha mais Luis Fernando: o “pai” ou a inteligência. Gosto de ambos.
      E gostei do seu blogue,Gabriela,
      Feliz 2006,e um beijo,
      M.M
    • por
    • 02.Jan.2006 às 20:52 - Permalink - Reportar
    28e9ccb24ed3486b4ab1fa698b4cc9f9?s=80&r=pg&d=monsterid
    • li este comentario e apesar da simplicidade, ha sim uma logika. apesar de reverenciar o pai, o filho tb eh muito preso a isso, mesmo sendo completamente diferente e, apesar de achar ke nao devemos compara´los, tao bom quanto.eh isso aih
    • por daniana
    • 03.Jan.2006 às 02:01 - Permalink - Reportar
    daniana
    • Estous em busca da genealogia dos Verissimo. Acho o Érico uma figura emblemática e, vamos dizer assim, que, apesar de ser um gaúcho da velha cepa, nos parece um ser mitológico. Talvez, isto, pelo seu carismo e a grande de sua obra.
    • por Adão Lago Pinto
    • 10.Jun.2008 às 16:59 - Permalink - Reportar
    Adão Lago Pinto
M.U.L.T.I.G.R.A.F.I.A.S.
muitas formas de escrever a cidade

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