Este mundo de bosta de boi, mugidos, câmeras que captam eventos cheios de luzes, música alta, comidas e bebidas caras e o gosto fashion rural certamente não é o meu mundo, mas eu vivo nele.
São homens de amor gratuito pelo que a Terra dá, são todos amantes da lógica das ordens que apreendem da Natureza.
Ser natural aqui é o paradoxo de manipular eficientemente este processo.
(Eu sempre os miro de longe e imponho distâncias. "Quanto tempo eu transformei em leitura sobre raças, em decorar nome de touro, criatório, criador, quantos versos eu perco por minuto? Mas...)
entendo um pouco d'alma destes homens e do circo de ego, poder, fama que arma toda esta burquesia rural.